terça-feira, 25 de março de 2014

Teoria da Pixar II


A VERDADEIRA IDENTIDADE DA MÃE DO ANDY EM “TOY STORY” VAI DEIXAR VOCÊ DE BOCA ABERTA 
 

Texto original de Jon Negroni:
Tudo começou com um chapéu.
“ Meses atrás, pensando em uma das minhas teorias anônimas da Pixar, cheguei  a essa proposta louca sobre a mãe do Andy ser a Emily, a dona anterior da Jessie.
Eu ri... mas não é que aquela loucura fazia todo sentido?!
Por um tempo, eu compilei todas as provas e encontrei um incrível conteúdo para dar suporte a essa teoria.”
Primeiro, olhe atentamente o chapéu de Cowboy que o Andy usa nos filmes:

Como pode ver, o chapéu do Andy é totalmente diferente do chapéu do Woody. Por que isso? Por que Andy não gostaria de usar um chapéu igual ao do seu brinquedo favorito?
Não é nenhum segredo que Andy tem uma conexão forte com o Woody. Em Toy Story 2, a mãe do Andy afirma que o Woody é um brinquedo antigo da família.
Não se esqueça que Woody não se lembra que ele é uma edição de colecionador, feita em 1950.
Diferente dos outros brinquedos que sabem exatamente de onde eles vieram. É possível que Woody não se lembre porque tem feito parte da família do Andy por um longo tempo, possivelmente foi do pai do Andy. Mas, precisamos de mais provas.

Observe o chapéu da Jessie:

AH! Esse sim parece familiar. É o mesmo chapéu vermelho com fita branca que o Andy usa. Mas olhe novamente para o chapéu do Andy.

Tem uma marca desbotada no lugar que deveria estar a fita branca. O que você acha que é isso? E o que a Jessie tem haver com isso?
Crianças, vocês lembram da história da Jessie? A dona dela, Emily, cresceu com ela, quase da mesma forma que Andy e Woody. Ela era incrivelmente amada, porém, Emily se desfez dela quando cresceu. Jessie ficou guardada por muito tempo, como ela mesma fica quando tem que voltar para uma caixa e tem um ataque de pânico. Agora, observe o que tem nessa cama no quarto da Emily:

É o chapéu que é super parecido com o do Andy. O quarto é bem antigo, deixando a ideia que isso aconteceu anos antes do Andy nascer.
De fato, essas fotos não são nada modernas:

A única diferença entre o chapéu que a Emily usa e o chapéu do Andy é a fita branca em volta, que está faltando no chapéu do Andy. Mas tirando isso eles são idênticos.
Outra coisa é a caixa de doação que a Emily coloca a Jessie, nós não vemos o chapéu. Apenas vemos restos da amizade delas, mas o chapéu não está lá. A caixa nem é grande suficiente para ele caber ali. Então, Emily ficou com aquele chapéu... E, talvez, passou para o seu filho, que também cresceu amando bonecos de cowboy.
Nós nunca vimos o rosto da Emily, mas sabemos que ela tinha cabelos castanhos claros como uma adolescente e era pequena.
Comparada a:

A foto do meio é o mais perto que chegamos da cor de cabelo que vemos quando Emily era jovem. É perfeitamente comum pensar que o cabelo dela clareou durante os anos.
Isso é o que temos certeza:
Nós não sabemos o primeiro nome da mãe do Andy nem o sobrenome da Emily. Sabemos que os chapéus de Andy e Emily são iguais e que Emily tem idade suficiente para ser a mãe de Andy. Também sabemos que a Pixar é perfeitamente capaz de aprontar isso.
Você deve estar se perguntando como essas duas personagens podem ser a mesma, já que Emily estava disposta a dar a Jessie tão facilmente, enquanto Andy era mais duro. Na verdade, os cenários são muito parecidos.
Andy também se esqueceu do Woody quando ele cresceu, apesar da grande conexão que eles tinham. Andy se desfez do Woody, ainda que um pouco diferente que Emily.
No final, faz todo o sentido que essas duas histórias serem tão parecidas, porque elas estão ligadas pelo sangue. Foi pela escolha do destino que Jessie um dia pertenceria ao filho de sua dona, embora que nunca vimos a reação da mãe vendo Jessie novamente.
Ela provavelmente estava indiferente e acreditava ser uma versão diferente do mesmo brinquedo.
Como você responderia se visse seu filho com um brinquedo igualzinho a um que você teve quando criança? Seu primeiro pensamente seria a de que eles não são o mesmo brinquedo.

Não é nenhum mistério que eu amo o canal Nostalgia, então aí estão eles novamente:


E você? O que você acha? Acredita que os dois personagens são os mesmos e que a mãe do Andy/Emily encontrou a redenção através do amor que o filho tinha com o brinquedo que ela deixou para trás? Ou você odeia diversão, amor e destino?  
COMENTE AI!
 ♥Pane♥

quinta-feira, 13 de março de 2014

Menina "estilista" de 4 anos

Eu desde muito pequena gostava de fazer desenhos, nem sempre davam certo, mas isso exercitava a minha criatividade e hoje eu sou o inventor de desenho lindos, modéstia a parte! 
Aí encontrei uma historia que faz lembrar muito a minha. Essa garotinha, de apenas 4 anos de idade, com certeza vai seguir o mundo da moda e isso porque desde muito pequena usa sua criatividade criando roupas muito legais apenas com papéis coloridos!
E fica tudo genial, olha só, ela até tenta fazer a copia de vestidos de pessoas famosas!





 Fofa né não?
♥Pane♥

quarta-feira, 12 de março de 2014

Por que a Mônica não usa sapatos?

Mistério resolvido, e o nosso querido Maurício que nos dá a resposta


POR QUE A MÔNICA NÃO TEM SAPATOS?

"Porque eu não tinha tempo para desenhá-los!
Uma pergunta direta, uma explicação verdadeira e poderíamos terminar por aqui.
Mas ainda sobrariam algumas dúvidas que acho bom tentar esclarecer, em homenagem e respeito aos leitores.
Lá no começo, bem no comecinho da minha carreira de desenhista, os personagens vinham nascendo com grande dificuldade.
Eu ainda não dominava nem ritmo, nem traço. Os roteiros nasciam de sinopses trabalhosamente repetidas, re-ajeitadas, até me indicarem um caminho com começo, meio e fim.
Daí vinha a difícil tarefa de “vestir” o roteiro com desenhos onde o mais complicado era manter os personagens parecidos, quadrinho após quadrinho. O lápis
funcionava bastante mas a borracha trabalhava muito mais. Só depois da definição dos traços é que chegava a hora igualmente trabalhosa, mas monótona, de usar a tinta nanquim nos personagens, cenários, letras, balões… e finalmente a limpeza, com muita borracha, de novo. E aqui ou ali, uma raspada de gilete num traço mal feito. O papel grosso, alemão, da marca “schöeller” agüentava muitas refações. Ainda bem.
E mais um detalhe a ser confessado aqui: eu usava caneta para arte-final com nanquim. Ao contrário dos meus “colegas” de outros traços, que conseguiam suas maravilhas com pincel.
Eu bem que tentei, mas o tipo de desenho que nascia do meu pincel não era o que eu gostava. Preferia o traço firme, forte, das penas com bico redondo. A tinta vinha
com a energia e a velocidade que eu precisava.
Tempo era fator de sobrevivência, naquelas circunstâncias.
E se os primeiros personagens, de tanto serem refeitos, podiam se dar ao luxo de contar com maior número de detalhes, os que viriam depois nasciam já enxutos, quase que como desenhos pedagógicos. Mas era o que dava pra eu fazer. Não tinha auxiliares, trabalhava sozinho em roteiro, desenho e tinha que manter três tiras diárias na Folha.
Quem analisar a cronologia do “nascimento” dos personagens, vai verificar que o primogênito Franjinha veio com roupinhas bem transadas, sapatos, meias, calça pintada de preto e até cuidadosos “pingos” de nanquim para indicar a característica franja.
O Bidu, nascido na mesma época, também tinha seus detalhezinhos acurados, do mesmo modo que o Cebolinha, personagem secundário na série “Bidu e Franjinha”.
O Cebolinha até que tinha mais cabelos no começo. Mas daí o tempo começou a correr muito rápido, “comendo” cada vez mais histórias. Enquanto que os roteiros pediam novos personagens.
Então separei o Cebolinha numa série independente, cortei muitos dos seus cabelos e fui buscar o Cascão para lhe fazer companhia
E o pobre do Cascão, prejudicado pela minha falta de tempo, “nasceu” sem sapatos.
Não dava tempo de ficar desenhando sapatinho, meias, nada, na minha produção angustiante.
Não dava tempo de desenhar nem os dedinhos dos pés.
Os personagens secundários que iam chegando, “sofriam” do mesmo tratamento.
Foi assim com a Mônica e depois com a Magali.
E não dava para tirar os sapatos dos que já tinham.
O público já se acostumara com eles daquele jeito.
O Chico Bento também já havia nascido em outro jornal (Diário da Noite), ainda na época do detalhamento. Por isso não tem sapatos mas pelo menos tem aqueles dedões nos pés.
Com o passar do tempo, o sucesso dos personagens e a possibilidade de montar uma boa equipe de artistas para me auxiliar, veio a possibilidade de criar personagens mais “requintados” em detalhes.
Mas… como alterar figuras, traços, desenhos dos personagens já existentes que conquistaram o público mesmo sem sapatos?
Ficaram assim.
Não diz uma velha história que o homem feliz não tinha camisa?…"

Uma boa resposta?
*Sim*
Acabando com a sua dúvida que te fez ficar sem dormir por dias tentando pensar o por quê?
*Sim*
Todo mundo vai comentar?
*Não*
Okay.

♥Pane♥

sábado, 8 de março de 2014

O Oscar é das crianças!


Crianças recriam filmes indicados ao Oscar em vídeo


Ah, o Oscar: aquela temporada de filmes muito, muito importantes e quase nunca apropriados para crianças.
Mas os problemas dos menorzinhos acabaram: um vídeo campeão de fofurice que, divulgado na quarta (19/fev) no YouTube, cria versões infantis para todos os longas indicados ao prêmio da Academia de Hollywood. Ou melhor: quase todos. As crianças também não conseguiram ver Philomena ainda. :(



♥PANE♥

Frozen na Brodway



Não preciso perguntar muito aqui sobre “Frozen”, porque sei que foi sucesso de bilheteria aqui no Brasil e todos vocês curtiram.

A novidade é que o filme pode ser adaptado para virar espetáculo na Broadway! Achei demais, amo quando as animações que mais gostamos vão parar lá na Broadway, como foi o caso de “O Rei Leão” e “A Bela e Fera”.
O único detalhe não tão legal nessa historia toda, é que essa adaptação deve passar por várias exigências para que fique perfeito em um musical. Ou seja, isso pode levar anos, que é o caso de “Alladin”, por exemplo. Sua estréia será nesse ano, mas o musical levou bastante tempo para ser criado!
Vamos torcer para ver Frozen mais de perto!

O que acham?
♥PANE♥

segunda-feira, 3 de março de 2014

OSCAR 2014

Prêmio Academia Oscar 2014

Gravidade - 7 prêmios 
Efeitos Visuais
Edição de Som
Mixagem de Som
Fotografia
Montagem
Trilha Sonora
Diretor - Alfonso Cuarón

Clube de Compras Dallas - 3 prêmios  
Ator - Matthew McConaughey
Ator Coadjuvante - Jared Leto
Maquiagem e Cabelo


12 Anos de Escravidão - 3 prêmios
Atriz Coadjuvante - Lupita Nyong'o
Melhor Filme
Roteiro adaptado
Frozen - 2 prêmios
Animação
Canção Original
O Grande Gastsby - 2 prêmios
Figurino
Direção de Arte
Blue Jasmine - 1 prêmio
Melhor Atriz - Cate Blanchett
Ela - 1 prêmio
Roteiro Original
A Grande Beleza - 1 prêmio
Filme Estrangeiro
Mr. Hublot - 1 prêmio
Animação em Curta-Metragem
Helium - 1 prêmio
Curta-metragem
The Lady in Number 6: Music Saved My Life - 1 prêmio
Documentário em Curta-metragem
A um Passo do Estrelato - 1 prêmio
Documentário em Longa-metragem


Sim eu sei que estou um pouco atrasada mas tá aí.
♥Pane♥